sexta-feira, 11 de agosto de 2017

BOMBA CATRINA!!!! SERGIO MORO USA A LAVA JATO PARA PROTEGER E BLINDAR MICHEL TEMER!!!!!

As denúncias feitas pelo Ministério Público Federal de Curitiba contra o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, em função de manipulações nas licitações da Eletronuclear, têm características polêmicas.


Como se sabe, o método de investigação do MPF é chamado de “teoria do fato” (não confundir com teoria do domínio do fato), que nada mais é do que a tática de definir uma narrativa inicial do crime, para poder organizar melhor os elementos levantados na investigação.

Não é mais nem o caso de discutir se Moro está ou não está blindando Temer, isso ficou demonstrado quando ele censurou perguntas de Cunha que comprometem o governo atual em vez de, como um juiz soberano, permitir que a população conheça as entranhas do poder que é por ela sustentado.

Moro blinda Cunha para blindar Temer.

A teoria do fato da Eletronuclear foi que o Almirante Othon direcionava licitações para as empreiteiras em troca de pagamentos feitos através do pagamento de serviços não realizados por empresa de sua propriedade e das filhas. Ponto.

Ficou aí e daí não saiu nem quando os fatos começaram a apontar em direções mais elevadas.

Como se sabe, ninguém é alçado ao comando de uma grande estatal sem ter um padrinho político. Principalmente quando se dispõe a fazer negócios.

A “teoria do fato” do MPF é um cartapácio de 135 páginas, assinado por onze procuradores, tendo 14 testemunhas relacionadas.

Foi um levantamento minucioso em que foram apurados até valores minúsculos (em relação aos números globais do golpe).

· Na página 7, identificam um repasse de R$ 276 mil para a Aratec (a empresa de Othon).

· Na página 12, três, de R$ 2,9 milhão, R$ 2, 7 milhões de R$ 1,4 milhão
· Na página 13, uma de R$ 300 mil.
· Na página 15, uma de R$ 1,5 milhão e outra de R$ 30 mil.

Peça 1 - Colocaram tudo na denúncia, menos o essencial.

Jabuti não sobe em árvore. Principalmente em setores onde há negociatas, dirigente não entra pelo currículo. A grande questão que ficou em aberto:

1. Quem era o padrinho político de Othon.
2. Como o padrinho era remunerado.

Nas provas e depoimentos levantados, existem evidências fortíssimas permitindo destrinchar os dois pontos centrais. Mas foram deixados de lado pela força tarefa. O principal suspeito foi citado de raspão, a estrutura do golpe revelada, mas não houve um movimento sequer para aprofundar as investigações.

Peça 2 – os golpistas que escaparam

O principal contrato de Angra 3 foi o GAC.T/COJ-004/2010 e o Contrato GAC.T/CT- 4500151462.

O golpe é bem descrito na denúncia.

As licitações eram na modalidade preço-técnica. O golpe, usual, consistia em conferir mais peso à técnica e defini-la de forma bastante genérica, para permitir o subjetivismo do julgamento.

Todas as pistas estavam aí. Era uma concorrência internacional, e com o maior valor de contrato: R$ 162 milhões.

1. Foi vencido pela AF Consult LTD da Finlândia
2. Por exigência contratual, a AF Consult subcontratou a Engevix Engenharia e a AF Consult Ltda Brasil.
3. 20% dos valores foram remetidos para o exterior.

Em-se, aí, a primeira chave: a AF Consult.

Mais: há um e-mail de Samuel Fayad, funcionário da Engevix, de 21 de agosto de 2014, em que informa os destinatários que Othon chamou “Roberto e o Lima para fechar o aditivo”. Na denúncia, os procuradores se limitam a informar que “Roberto e Lima são pessoas ligadas à AF Consult”. Nada mais disseram e, aparentemente, não investigaram.

Tinha-se, ali, a segunda peça.

Pela denúncia constata-se que os procuradores sabiam que a peça chave do golpe era a AF Consult e que os seus representantes eram Roberto e Lima.

Quinze pessoas foram denunciadas. Lima e a AF Consult, peças centrais da trama, ficaram de fora. Não há denúncias, não há investigações, não há teorias de Deltan Dallagnol, por mais estrambólicas que sejam, que expliquem essas lacunas.

A denúncia foi apresentada no dia 31 de agosto de 2015.

Cinco dias depois, a manchete da Folha era: “Governo tenta minimizar impacto da fala de Temer”. Temer declarou que, se mantida a baixa popularidade, Dilma dificilmente concluiria seu mandato. Já estava à frente do golpe.

Peça 3 – o notório coronel Lima

No dia 26 de junho de 2017, três parlamentares do PT – deputados estaduais João Paulo Rillo (SP) e Carlos Alberto Pletz Neder (SP) e o senador Lindbergh Farias – entraram com uma representação junto à Procuradoria Geral da República, denunciando as omissões da força tarefa da Lava Jato.

No capítulo I, falam da amizade histórica de Temer com João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. Lembram o período em que Temer foi Secretário de Segurança do estado de São Paulo, e que coincide com o crescimento da empresa Argeplan Arquitetura e Engenharia, que tinha Lima como sócio. 
À esta altura, o tema já havia vazado para a imprensa.


Só o tempo esclarecerá.

Peça 4 – construindo o conhecimento

Foi encontrada uma relação de documentos levantados na representação ao PGR, para quem quiser ajudar a construir conhecimento dos processos que envolve Sergio Moro .

O juiz Sergio Moro é um funcionário público. Apesar de não ter sido eleito, deve prestar satisfações à sociedade brasileira, tal como os políticos, que o foram. Por isso, ele deveria vir a público explicar esse caso de "dois presos, duas medidas".

Vejam bem vocês como são as coisas. 

Antes de ser preso, Eduardo Cunha era o maior vilão do Brasil. Faltou pouco para os mais distraídos pensarem tratar-se de um novo Bandido da Luz Vermelha ou o Tião Medonho redivivo.

Qual será a explicação de Sergio Moro com todos estes documentos nos processos?



BOMBA GEBRAN!!!!!DESEMBARGADOR NEGA RECURSO DE LULA E SERÁ ANALISADO POR MAIS 7 DESEMBARGADORES POR ILEGALIDADE OU ABUSO DE PODER!

Desembargador que negou mandado de segurança contra bloqueio de bens de Lula terá recurso analisado pelo órgão colegiado de outros desembargadores.
Gebran Neto diz que a defesa trouxe "argumentos ponderáveis sobre a invalidade da decisão de primeiro grau" que devem ser examinados por 7 DESEMBARGADORES pela 8ª Turma, formada também pelos desembargadores Victor Laus e Leandro Paulsen. 
Simplesmente porque Gebran Neto, negou pedido da defesa apenas "por ausência de urgência"!

Será? 
Tudo indica ilegalidade do desembargador ou foi abuso de poder ?


Ausência de demonstração da urgência necessária a justificar a concessão da liminar. Poder geral de cautela do julgador que  pode ser revisto em caso de manifesta ilegalidade ou abuso de poder. Precedentes a decisão mantida sob Recurso improvido ou seja foi totalmente ilegal a decisão por não haver provas contundentes sobre a acusação ,apenas suposições e nenhuma prova cabal da culpa!  

A postura de presidente do TRF ao que tudo indica  ele esta pressionando colegas a votarem contra Lula; CONFIRA!

Ao se declarar feliz com a sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão ,mesmo reconhecendo que ele não é dono do triplex do Guarujá (SP), o presidente do Tribunal Federal Regional da quarta região, Carlos Eduardo Thompson Flores, se mostrou impedido de atuar no caso; 
  • embora não seja um dos desembargadores da turma que atuaria no processo, ele poderia vir a ser chamado a resolver eventuais impasses, como demonstrou o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins; 
  • ao se colocar na torcida, ele não só pressionou os colegas, como também demonstrou não ter imparcialidade para acompanhar o caso; 
  • “Todo cidadão tem direito a um julgamento justo, imparcial e independente”,
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em decisão liminar, o desembargador João Pedro Gebran Neto, da 8ª Turma do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), sediado em Porto Alegre, negou mandado de segurança da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra o bloqueio de bens determinado pelo juiz Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná. 
  • O recurso ainda deverá ser analisado pelo órgão colegiado. Para Gebran Neto, o pedido da defesa "esbarra na ausência de urgência". 
Segundo o desembargador, os advogados de Lula fizeram uma 
  • "alegação genérica" de que o bloqueio dos bens "é capaz de comprometer a subsistência do impetrante, ex-Presidente da República, recebendo o auxílio que lhe é devido em decorrência da ocupação do cargo.
  • " Apesar de ter negado o mandado, Gebran Neto diz que a defesa trouxe "argumentos ponderáveis sobre a (in)validade da decisão de primeiro grau" que devem ser examinados pela 8ª Turma, formada também pelos desembargadores Victor Laus e Leandro Paulsen. 
  • Segundo comunicado divulgado pelo TRF4, o advogado Cristiano Zanin Martins alegou no mandado de segurança que o crime pelo qual Lula foi condenado envolveu apenas o tríplex do Guarujá (SP), já confiscado na sentença lula-e-condenado-por moro-em-primeiro-processo-na-lava-jato,sendo inadequado o sequestro de valores e bens de origem lícita. 
O advogado ressaltou que tais bens foram adquiridos antes dos fatos apontados no processo, e negou que haja risco de dilapidação do patrimônio do ex-presidente!

Ainda de acordo com a nota do tribunal, podemos dizer que Sergio Moro não poderia ter promovido novas medidas cautelares após a sentença na qual este procedimento reconhece e concorda que qualquer violação aos termos deste processo pode causar danos irreparáveis impetrante, portanto, terá direito a buscar medidas cautelares junto aos tribunais, incluindo, mas não se limitando a medidas liminares e ações .


Sergio Moro decidiu bloquear os bens com base em cogitação da força-tarefa da Operação Lava Jato, formada por procuradores do MPF-PR (Ministério Público Federal no Paraná). Em nota enviada por sua assessoria de imprensa ao UOL, Zanin disse que 

  • "não houve análise do mérito do mandado de segurança, que será apreciado pela turma do TRF-4." 
Segundo o advogado de Lula, o próprio Gebran Neto "reconheceu que há 'argumentos ponderáveis sobre (in)validade da decisão de primeiro grau'. 

Foi afirmado em processos que  Lula "não recebe nenhuma aposentadoria por ter sido presidente da República por dois mandatos." 
Segundo levantamento, presidentes da República não têm direito a aposentadoria por terem ocupado o cargo,  Eunicio-e-Rodrigo Maia-terao-aposentadoria-vitalicia-por-assumir-a presidencia, ao contrário do que acontece com deputados federais, senadores e governadores de alguns Estados. 


  • Os bens bloqueados A decisão do juiz, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na Justiça Federal do Paraná, veio depois da sentença em que ele condenou Lula no chamado processo do tríplex do Guarujá (SP) lula-e-condenado-por Sergio Moro-em-primeiro-processo-na-lava-jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 

Lula  recorre da decisão em liberdade. A defesa de Lula afirma que a sentença de Moro 

  • "ignorou evidências esmagadoras de inocência" 
O julgamento de acordo com muitos juristas,  Sergio Moro envergonha o brasil do ex-presidente e sucumbiu a um "viés político". 


  • A avaliação dos desembagardores também dizem que o bloqueio determinado por Moro é ilegal e abusivo politica bloqueio-de-bens-de lula-por-Sergio Moro é ilegal e abusivo ! 


O PEDIDO BLOQUEIO SEM APRESENTAÇÃO DAS PROVAS  DOS PAGAMENTOS!

Sergio Moro estabeleceu um limite de R$ 10 milhões caso outros valores sejam encontrados em outras contas ou ações de Lula. A sentença do processo do tríplex, o juiz condenou Lula por ter sido destinatário:- 
  • "especificamente de cerca de R$ 2.252.472,00" por meio do imóvel no litoral paulista, "sem o pagamento do preço correspondente e da realização de reformas no apartamento às expensas da [empreiteira] OAS". 
DO FATO OCORRIDO E NÃO PROVADO NOS AUTOS DO PROCESSO!

Esse valor teria ligação, segundo Moro, com R$ 16 milhões em vantagens indevidas a partir de contrato celebrados entre a Petrobras e a OAS que favoreceram :
  • "agentes do Partido dos Trabalhadores". 
Sergio Moro pediu "o sequestro de bens do ex-presidente para recuperação do SUPOSTO  produto do crime e o arresto dos mesmos bens para garantir a reparação do dano".

  • Os valores devem ser revertidos à Petrobras moro-decide-quer-16-milhões-do-caso-triplex vão-para-os-cofres-da-Petrobras. 
O ressarcimento só deverá feito se a condenação for confirmada após recursos em todas instâncias. O juiz diz que :
  • "não tem relevância se os bens [sequestrados] foram ou não adquiridos com recursos lícitos". 
Resumindo os bens sequestrados, ficou provado que foram comprados com recursos ilícitos, tão como o desvio do montante apresentado!


Nos termos do art. 4.º da Lei n.º 9.613 , de 03 de março de 1998,o Juiz, de ofício, a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial, poderá decretar, no curso de inquérito policial, o seqüestro de bens, direitos ou valores do investigado. Conforme o § 1.º do mesmo artigo, essas medidas assecuratórias serão levantadas se a ação penal não for iniciada no prazo de cento e vinte dias. 
  • Segundo já decidiu este Superior Tribunal de Justiça, o atraso no encerramento das diligências deve ser analisado conforme as peculiaridades de cada procedimento. 
  • No caso, não tendo sido proposta, até o presente momento, a ação penal em desfavor do Paciente, mostram-se impreteríveis o levantamento do seqüestro e o desbloqueio das contas bancárias, porquanto ultrapassados os limites da razoabilidade. Precedentes.

Sergio Moro ainda não decidiu se acolhe ou não os novos argumentos da força-tarefa da Lava Jato. 

BOMBA TERRORISMO!!!!!POR PRATICA DE TERRORISMO BOLSONARO FOI EXPULSO DO EXERCITO!!

Os documentos do Exército pedindo a expulsão de Bolsonaro da Escola de Oficiais após plano terrorista!!!!!!!
Com este passado como pode se candidatar a presidente ,seremos um estado Islamico!!!!


Dos 11 inquéritos, ações penais, mandados de injunção e petições sobre o deputado federal Jair Bolsonaro que estão ou já passaram pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nenhum foi mais explosivo e preocupante para suas pretensões políticas do que o julgamento no dia 16 de junho de 1988 no Superior Tribunal Militar (STM).



Bolsonaro era acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército (RDE). Ele dera entrevista e publicou artigo na revista Veja, em 1986, com comentários nada amigáveis ao governo federal.

Também planejou ações terroristas. Iria explodir bombas em quartéis do Exército e outros locais do Rio de Janeiro, como na principal adutora de água da capital fluminense, para demonstrar insatisfação sobre índice de reajuste salarial do Exército.



Diz o relatório secreto do Centro de Inteligência do Exército (CIE), nº 394, de 1990, com 96 páginas, ao qual o DCM teve acesso, e que é publicado pela primeira vez (veja abaixo):



“Punido por ter elaborado e feito publicar, em uma revista semanal, de tiragem nacional, 
  • sem conhecimento e autorização de seus superiores, artigo em que tece comentários sobre a política de remuneração do pessoal civil e militar da União: ter abordado aspectos da política econômica e financeira fora de sua esfera de atribuição e sem possuir um nível de conhecimento global que lhe facultasse a correta análise; por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial, comprometendo a disciplina; por ter censurado a política governamental; 
  • por ter ferido a ética, gerando clima de inquietação no âmbito da OM (Organização Militar) e da Força e por ter contribuído para prejudicar o excelente conceito da tropa paraquedista no âmbito do Exército e da Nação (NR 63, 65, 66, 68 e 106 do anexo I, com agravantes do NR 2 e letra “C” NR 6 do artigo 18, tudo do RDE, fica preso por 15 (quinze) dias”.
O ato grave de indisciplina provocado por verborragia sua e de sua esposa, que falou à repórter da Veja sobre o plano de explodir bombas, culminou em 15 dias de cadeia para o então capitão. Mas só.

Sua carreira foi posta à prova no STM, a maior instância jurídica das Forças Armadas. Aconteceu no período inicial de redemocratização do Brasil, depois de 21 anos de ditadura. Poderia se tornar o maior problema da vida para Jair Bolsonaro.

Mas não foi.

O STM, por nove votos a quatro, considerou–o inocente, mesmo depois de uma comissão interna do Exército, chamada de Conselho de Justificação, tê-lo excluído do quadro da Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO), na zona norte do Rio de Janeiro, e também de o Conselho ter considerado que as explicações dadas não serem satisfatórias.

Em 1988, o general Sérgio de Ari Pires, ministro do STM, relator do processo contra Bolsonaro, concordou com o parecer do Conselho de Justificação e considerou o então capitão “não justificado”, ou seja, culpado.

No dia 16 de junho de 1988, o STM realizou reunião para julgar Bolsonaro e o inocentou. Ato diametralmente oposto ao que acontecia dentro do mesmo Tribunal quando do julgamento de ações envolvendo qualquer cidadão acusado de ser contra o regime militar; mesmo que essa pessoa tenha apenas escrito uma carta endereçada a seus colegas de profissão.

Anos depois desse episódio sobre os planos terroristas de Bolsonaro no STM, o próprio disse à imprensa que todo esse imbróglio jurídico interno da caserna apenas o ajudou a ganhar fama e se eleger.
  • “Eu nem pensava em entrar na política, mas isso me ajudou porque fiquei conhecido e então eu fui eleito no ano seguinte”, declarou para a imprensa em 2014. No ano de 1988, Bolsonaro foi eleito vereador no Rio de Janeiro com 11 062 votos, quando passou para a reserva não remunerada da corporação.
As declarações de Bolsonaro, à época, foram bem pesadas se comparadas com ações políticas de qualquer cidadão brasileiro comum, obrigado a se calar diante da recém acabada ditadura militar que oprimiu o Brasil por duas décadas.

  • “Como capitão do Exército brasileiro, da ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar – exatos 10.433 cruzados por mês”.
Escreveu no artigo publicado pelo semanário em 3 de setembro de 1986.

Paralelamente, para pressionar o comando do Exército, Bolsonaro e outros militares planejaram explodir bombas em quartéis do Exército no Rio de Janeiro e outras localidades como a adutora de água Guandu, que abastece a cidade do Rio. Alguns dos alvos seriam a Vila Militar e a Academia de Agulhas Negras.

O plano seria acionado caso o governo concedesse aumentos salariais inferiores a 60%.
  • Batizado de “Beco sem Saída”, a ideia tinha o objetivo de deixar clara a insatisfação dos oficiais com o índice de reajuste salarial que seria anunciado em poucos dias pelo ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves.
Os atentados a bomba iriam ferir seriamente a autoridade do ministro e colocariam o Brasil em polvorosa.

Mas havia dois pesos e duas medidas. No mesmo ano de 1987, por exemplo, os trabalhadores da hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), realizaram uma manifestação reivindicando aumento salarial. Foram dispersados por tropas do Exército. 
  • Um trabalhador foi ferido pela repressão ao ato.
A economia brasileira estava em frangalhos. A inflação muito alta. Fracassou o Plano Cruzado, lançado pelo então presidente José Sarney. Havia muita insatisfação dentro dos quartéis devido à perda de poder aquisitivo e político que os militares gozavam.

“Serão apenas explosões pequenas, para assustar o ministro. Só o suficiente para o presidente José Sarney entender que o Leônidas não exerce nenhum controle sobre a tropa”, disse uma esposa de oficial à repórter da revista semanal que fez a matéria sobre o “Beco sem Saída”.
  • “Temos um ministro incompetente a até racista”, disse à época Bolsonaro. Seria usada TNT, a popular dinamite.
Apesar de ferir dois sustentáculos básicos da carreira militar, a disciplina e a hierarquia, e de ter sido punido inicialmente com 15 dias de prisão, Bolsonaro só ganhou reconhecimento desde então.

Na sua justificativa ao STM, ele disse que a matéria tinha como objetivo fazer vender a revista com publicação sobre assunto sensacionalista, e que não havia falado com a repórter.

O Conselho de Justificação do Exército reconheceu que Bolsonaro havia mentido, mesmo porque a revista publicou croqui desenhado pelo próprio punho de Bolsonaro sobre as bombas e locais onde seriam detonadas.

Por unanimidade, o Conselho considerou, em 19 de abril de 1988, que Bolsonaro era culpado e que fosse “declarada sua incompatibilidade para o oficialato e consequente perda do posto e patente, nos termos do artigo 16, inciso I da lei nº 5836/72”.

Fatos esses desconsiderados no julgamento do STM, assim como a ameaça de morte feita pelo réu à repórter da revista, durante seu depoimento.

Bolsonaro foi considerado “não culpado” por nove a quatro. Em 1990, chegou a ter entrada proibida nas instalações das Organizações Militares. Proibição suspensa posteriormente.


Desde então só fez crescer sua atuação política. Foi eleito vereador no município do Rio com votos de militares e seus familiares; e chegou a deputado federal, cargo que ocupa há 26 anos.

Agora é pré-candidato à Presidência da República e percorre o Brasil em campanha arcada pelo agronegócio, pela indústria bélica e pela cota parlamentar.

Possui mais de 4,4 milhões de seguidores em sua página oficial na internet e ganha destaque com polêmicas nas redes sociais e brigas no Parlamento, ocasiões em que destila seu preconceito, homofobia, ultra-conservadorismo e ignorância.

O comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse em entrevista à Folha de S.Paulo  que : -
  • “é a população quem vai julgar partidos e os candidatos, devendo, para tanto, conhecer os projetos e ideias de cada um. Destaco que o Exército, como instituição permanente, serve ao Estado e não a pessoas, estando acima de interesses partidários e de anseios pessoais”.
Já Bolsonaro continua usando o Exército como trampolim.

“A partir desta data, na reserva não remunerada, inicia um intenso trabalho como defensor dos interesses da classe militar, sem que para isso tenha representatividade ou delegação, arguindo, contrapondo e acusando de forma descabida autoridades constituídas nos mais diversos níveis”, aponta o relatório secreto do CIE no item 14, página 2, informação nº 394, de 27 de julho de 1990.

Já Bolsonaro continua usando o Exército , então pensem antes de colocar o Brasil na situação do Estado Islâmico!

Você decide como julgar Bolsonaro, conheça o passado de seu candidato ele pode estar te enganando para te dominar!


Tão antigo e tão presente.


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

BOMBA DA DESCONFIANÇA!!!! SR.SERGIO MORO JUÍZES NÃO PODEM SER JULGADOS POR AMIGOS !!!

URGENTE: PROCURADOR DE SÃO PAULO CITA “CRIMES” DE MORO CONTRA LULA!!!!
O DESEMBARGADOR QUE IRIA JULGAR MORO FOI AFASTADO DO PROCESSO!

Procurador de São Paulo cita “crimes” de Moro contra Lula
  • “Concluído em primeira instância o “processo do tríplex”, de fato constata-se que crimes foram cometidos. Os do juiz. Sobre os imputados ao réu nada se pode dizer”; confira a análise do Procurador do
  • “Concluído em primeira instância o “processo do tríplex”, de fato constata-se que crimes foram cometidos. Os do juiz. Sobre os imputados ao réu nada se pode dizer”; confira a análise do Procurador do Estado Márcio Sotelo Felippe, publicada no portal jurídico Justificando.
Concluído em primeira instância o “processo do tríplex”, de fato constata-se que crimes foram cometidos. Os do juiz. Sobre os imputados ao réu nada se pode dizer.

Trata-se de lawfare. 
  • A aniquilação de um personagem político pela via de mecanismos judiciais. A série de episódios grotescos que caracterizou a jurisdição nesse caso não deixa qualquer dúvida a respeito. Só o fato de o processo entrar para o imaginário social como um combate “Moro vs. Lula” evidencia o caráter teratológico da atuação do magistrado. 
Moro cometeu crimes:- 

  • violou deveres funcionais triviais, 
  • atingiu direitos e garantias constitucionais do réu, 
  • feriu o sigilo de suas comunicações, 
  • quis expô-lo e humilhá-lo publicamente, 
  • manteve-o detido sem causa por horas, 
  • revelou conversas íntimas de seus familiares.
imputados nos artigos :

CP - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art. 132 - Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente:

Pena - detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
  • Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais. (Incluído pela Lei nº 9.777, de 1998)
Vejamos, nessa perspectiva, algumas das arbitrariedades cometidas pelo juiz e aspectos da decisão. O reconhecimento da validade dessa sentença pelos Tribunais superiores será a mais contundente evidência de que vivemos um estado de exceção e a Constituição é hoje um inútil pedaço de papel.

Violação do sigilo telefônico

A Constituição de 1988 estabelece o sigilo das comunicações como direito e garantia fundamental no artigo 5º., inciso XII: “é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. ”

  • Há duas condições para que se possa violar uma comunicação telefônica: (i) ordem judicial; (ii) para investigação criminal ou instrução criminal penal. A ressalva está regulamentada na Lei 9.296, de 24 de julho de 1996, que, em seu artigo 10, dispõe que “constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática, ou quebrar segredo da Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei”. 

A pena prevista é de dois a quatro anos de reclusão e multa.

Moro havia determinado escutas telefônicas de linhas utilizadas pelo ex-presidente Lula. No dia 16 de março de 2016, às 11h13, suspendeu a medida e comunicou à Polícia Federal. O diálogo entre Lula e Dilma foi captado às 13:32hs, quando já não estava em vigor a medida. Moro recebeu a gravação e às 16:21hs é registrado o despacho em que levantou o sigilo e tornou pública a conversa entre a presidenta e o ex-presidente, em seguida divulgada pela Rede Globo.

  • A conduta enquadra-se rigorosamente no que prevê como crime a Lei 9.296/96. A gravação já não estava mais coberta pela autorização judicial e não havia objetivo autorizado por lei. 
O dolo foi específico e completamente impregnado de interesse político. Lula havia sido nomeado ministro e tomaria posse no dia seguinte. A divulgação do áudio, naquele dia, por intermédio da Rede Globo, visou criar clima político para inviabilizar a investidura do ex-presidente. 

  • Moro utilizou-se criminosa e indignamente da toga para impor a Lula um revés político, tumultuar o país e criar clima para o impeachment da presidenta.
O ministro Teori Zavaski considerou patente a ilegalidade da divulgação da escuta. Neste caso a ilegalidade era evidentemente crime. O ministro, no entanto, absteve-se da conclusão, não só nesse momento, mas também, como seus pares, quando o assunto foi ao plenário do STF.

Abuso de autoridade

As hipóteses de condução coercitiva são taxativas no Código de Processo Penal. Pode ser determinada em dois casos, previstos nos :-

  • artigos 218 e 260. Neste, quando o acusado não atender à intimação para o interrogatório. Naquele, quando a testemunha não atender à intimação.
Lula foi arrancado de sua casa ao alvorecer e levado ao aeroporto de Congonhas. O ex-presidente não era naquele momento (4 de março de 2016) réu e não havia sido intimado. Nunca houve uma explicação aceitável para ser conduzido ao aeroporto, dada a existência de múltiplas instalações da União na cidade de São Paulo em que poderia ser tomado o seu depoimento “sem tumulto” (explicação dada por Moro).

Pesa a suspeita de que a ideia era conduzi-lo a Curitiba. Pretendia-se um espetáculo midiático (a imprensa fora avisada) com o perverso conteúdo de uma humilhação pública do ex-presidente. Lula foi privado por seis horas de sua liberdade. Tanto se tratou de violação à garantia constitucional da liberdade individual quanto de abuso de autoridade, como previsto 
  • no art. 4º, letra “a”, da Lei 4.898, de 9 de dezembro de 1965: ‘constitui também abuso de autoridade (…) ordenar ou executar medida privativa da liberdade individual, sem as formalidades legais ou com abuso de poder. ”
Grampo no escritório dos advogados de Lula

Todos os telefones do escritório de Advocacia Teixeira Martins foram grampeados. Roberto Teixeira, notório advogado de Lula, é o titular do escritório. A operadora Telefônica comunicou a Moro que se tratava de escritório de advocacia. A prerrogativa de sigilo na comunicação advogado – cliente é inerente ao direito de defesa. 
Moro escusou-se de forma que beirou a zombaria: 

  • não havia atentado para os ofícios da operadora em face do volume de serviços de sua Vara, dos inúmeros processos que lá correm. Ocorre que Moro tem designação exclusiva e cuida apenas dos processos da Lava Jato. 
Desse modo, ou confessou grave negligência ou mentiu. Negligência que nunca se viu quando se tratava de matéria da acusação.

A corrupção passiva

O fato pelo qual Lula foi condenado pode ser assim sintetizado. Segundo a acusação, a OAS, responsável por obras em duas refinarias da Petrobrás, distribuía propinas a diretores da estatal e agentes políticos. Teria cabido a Lula vantagem auferida basicamente por meio da diferença de preço entre um apartamento simples e um tríplex em um edifício situado no Guarujá, diferença que somaria R$ 2.429.921,00. 

  • Por isso Lula teria incorrido no crime de corrupção passiva, que consiste, de acordo com o artigo 317 do Código Penal, em “solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem”.
A condenação somente se justificaria se demonstrado que Lula tinha o domínio do que ocorria na Petrobrás. Que consentiu, aderiu, participou e que houve prática de ato de ofício recompensado pelo apartamento do Guarujá. 
Recorde-se que Collor foi absolvido exatamente porque não demonstrada a prática do ato de ofício no crime de corrupção passiva.

Nada foi provado. Não há o mais remoto indício de prática de ato de ofício ou do domínio do que acontecia no âmbito da estatal. 

  • Essa fragilidade Moro tentou, em vão, compensar com confissões informais (não houve o acordo formal de delação premiada) dos corréus da OAS, particularmente Leo Pinheiro. 
  • Léo Pinheiro após negar, em uma primeira delação, a participação de Lula no esquema das propinas, Pinheiro mudou seu depoimento quando foi preso por Moro. 
este depoimento Leo Pinheiros se viu na oportunidade de conseguir benefícios dizendo para Moro o que todo mundo sabia que Moro queria ouvir. Embora condenado a mais de trinta anos também em outro processo, teve suas penas unificadas para dois anos e seis meses de reclusão.

Lavagem de dinheiro

Está tipificada no artigo 1º. da Lei 9.613/98: “ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal”. 

  • O fato de o apartamento constar em nome da OAS, sendo supostamente Lula o “proprietário de fato” – a alegada vantagem pelo ato de ofício jamais praticado – ensejou a condenação por lavagem de dinheiro.
O entendimento de que o próprio autor do crime antecedente pode ser sujeito ativo da lavagem de dinheiro, embora tenha adeptos, é insustentável. É parte da sanha punitivista que nos assola. Destaca-se parte do “iter criminis” para torná-lo outro crime.

Os verbos que são o núcleo do tipo, ocultar ou dissimular, são inerentes ao crime antecedente. 

  • Ninguém comete algum crime sem cuidar de não expor o seu produto para que possa obter a vantagem que o moveu. 
  • Ninguém furta, por exemplo, um automóvel para desfilar ostensivamente com ele pelas ruas da cidade. 
  • A ocultação ou dissimulação é meio para o exaurimento do crime, apropriação final da vantagem. 
Portanto, punir o próprio autor do crime por meramente ocultar ou dissimular é punir duas vezes pelo mesmo fato, o chamado “bis in idem”.

Mesmo que se admita que o próprio sujeito ativo do crime antecedente possa ser sujeito ativo do crime de lavagem de dinheiro, seria necessária uma segunda conduta para tornar aproveitável o fruto do crime. 

  • No julgamento da AP 470, o mensalão, vários ministros se pronunciaram nesse sentido. Pela síntese e clareza tomo uma passagem do ministro Barroso
“O recebimento por modo clandestino e capaz de ocultar o destinatário da propina, além de esperado, integra a própria materialidade da corrupção passiva, não constituindo, portanto, ação distinta e autônoma da lavagem de dinheiro. Para caracterizar esse crime autônomo seria necessário identificar atos posteriores, destinados a recolocar na economia formal a vantagem indevidamente recebida” [1]

Indeterminação da data dos fatos e prescrição

Moro em nenhum momento estabelece em que data exata teriam se dado os fatos. Isso é indispensável para verificar a consumação e a consumação é o marco inicial da prescrição. Lula tem hoje mais de 70 anos, o que reduz à metade os prazos prescricionais. 

Como aferir a prescrição?

Tudo isto é típico lawfare. 
  • A destruição do inimigo político por meio de um processo aparentemente legal.
Moro não é um juiz solitário e temerário perseguindo um personagem político. O lawfare somente chegou a esse ponto : - 
  • porque ele tem endosso, cobertura e cumplicidade por parte dos Tribunais superiores, inclusive do STF, que, entre outras coisas, se omitiu diante do crime de violação do sigilo da comunicação telefônica (Teori não se deteve sobre o assunto quando o tema foi a plenário, assim como seus pares). Com isso recebeu “licença para matar”

BOMBA DO JULGAMENTO!!!!!! SERGIO MORO , SERÁ JULGADO PORQUE QUE CONDENOU RÉU POR CRIME QUE NÃO EXISTE EM LEI CRIMINAL!

A humilhação a Segio Moro, que define que será julgado porque que, condenou réu da Lava Jato por crime que não existe!


CRIME PELO QUAL MORO CONDENOU O RÉU 
QUE NÃO EXISTE NO CÓDIGO PENAL!

Sergio Moro e Michel Temer foram escolhidos "a dedo" para execução destas tarefas.Não deixam seus cargos nem que "a vaca tussa" Aliás, deixam.... depois de táis tarefas estarem PRONTAS E ACABADAS. 

  • O Cunha foi humilhado até onde uma Pessoa NORMAL pode suportar, mas só deixou a presidência da câmara depois de entregar a cabeça da Dilma. Os demais, foram escolhidos e contratados para cumprirem, papel similar e vão CUMPRIR, à não ser que o povo "ARRANQUE" eles de lá.
Por Sergio Rodas, no Conjur - Ao condenar João Auler, ex-presidente da Camargo Corrêa, à prisão por corrupção ativa e participação em organização criminosa, o juiz Sergio Moro inventou uma forma de responsabilização criminal dos administradores de empresas. Com esse tipo de medida, o Código Penal vai sendo alterado por jurisprudência,presidente da Comissão de Anticorrupção, Compliância e Controle Social dos Gastos Públicos da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil.

Nos eventos das investigações os efeitos da operação "lava jato" para as sociedades empresariais, ocorrido na sede da OAB-RJ e organizado pela entidade e pelo Instituto dos Advogados Brasileiros, essa condenação de Moro não possui apoio em nenhuma lei.

UM CRIME SEM LEI-CODIGO PENAL DE SERGIO MORO!

video

  • Conforme relatado por delatores da "lava jato", certo dia, o ex-deputado federal José Janene (PP-PR) invadiu a sede da Camargo Corrêa, em São Paulo, e cobrou de Auler o recebimento de uma parte da propina que seria paga pela empresa para obter um contrato com a Petrobras. O então presidente da empreiteira declarou que não respondia pela área de óleo e gás, e o encaminhou para o diretor dela.
Para Sergio Moro, isso prova que o executivo não tomou medidas para esclarecer a informação de que havia corrupção na empreiteira. Segundo o juiz federal, se a Camargo Corrêa realmente fosse vítima de extorsão, procuraria a polícia. O fato de não o fazer, a seu ver, demonstra que ela estava corrompendo agentes públicos.
A CONDENAÇÃO E SEUS  DIVERSOS PROBLEMAS

Essa condenação tem diversos problemas. 
  • O primeiro deles é que, fora João Auler e José Janene, que morreu em 2010, todos os demais envolvidos no caso — os ex-diretores da construtora Dalton Avancini e Eduardo Leite, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef — haviam firmado acordo de delação premiada. 
  • E não é possível condenar alguém apenas com base em depoimentos de colaboradores, já que não havia outro tipo de prova no caso.
Além disso, os fundamentos da condenação não indicam precisamente a conduta que Auler praticou. Na visão de Sergio Moro, ele cometeu crime ao se omitir em promover atos de investigação interna na empresa, já que ele sabia da corrupção relacionada à Petrobras.

Só que isso vale para compliância, não para Direito Penal, disse o integrante da OAB-RJ. 
  • "Se isso fosse uma auditoria interna, daria para puni-lo [João Auler]. Mas usar esse parâmetro como modelo de responsabilização criminal que não está previsto em nenhuma legislação não é possível". 
Ele ainda criticou como as decisões judiciais vêm alterando as leis penais.

SERGIO MORO SEM DIÁLOGO
O criminalista João Carlos Castellar, por sua vez, criticou a imposição da delação premiada no Brasil. De acordo com ele, era preciso antes ter promovido um amplo diálogo com a academia e profissionais do Direito para estudar os efeitos que o instrumento teria no sistema penal do país.

O Brasil seguiu o modelo dos EUA, imposto em convenções internacionais contra o tráfico de drogas, ressaltou Castellar. Mas lá o procedimento é transparente e sujeito a controle jurisdicional, ao passo que aqui é tudo secreto, declarou o advogado.

Responsabilidade Empresarial

Já o procurador do estado do Rio de Janeiro Rodrigo de Oliveira Botelho Corrêa afirmou que acionistas, controladores e administradores de empresas envolvidas em corrupção devem responder por tais atos se tiverem participado deles.

Concorrentes que foram prejudicados na disputa por contratos públicos também poder processar essas companhias por concorrência desleal..

Alberto Afonso Monteiro, que é consultor da Federal Trade Commission, nos EUA, disse que empresas relacionadas a esse país podem também responder lá por atos de corrupção, como determina o Foreign Corrupt Practices Act.

De acordo com Monteiro, os EUA intensificaram as ações desse tipo a partir dos anos 2000, e não só por corrupção, mas também por descumprimento de regras .
Os ministros da Corte estão vendo toda essa situação como uma queda de braço entre Fachin e o ministro Gilmar Mendes. Esse conflito é porque na concepção de Mendes o caso não deveria estar com Sérgio Moro, mas Fachin pensa diferente e pelo fato de ser corrupção na Petrobras, o melhor seria enviar para a Vara Federal de Curitiba.

E agora Sergio Moro?

quinta-feira, 27 de julho de 2017

BOMBA HELBOY!!!! SERGIO MORO AUTORIZA DEPOSITO EM CONTA CORRENTE FRAUDULENTA !!

O juiz autorizou agente de polícia americana, um agente do FBI a abertura de conta secreta para agente de polícia americana com a produção de documento falso e , um agente do FBI recebeu os documentos liberado pela receita federal e policia civil!
Não se sabe direito qual a procedência correta  do dinheiro que veio do exterior para o Brasil!
De acordo com as explicações erá dinheiro de uma facção criminosa rastreada , mas quem garante este argumento, depois de tantas produções de provas por ilações em vários processos  sem o devido valor cabal dos documentos!

Analisando as leis brasileira Sergio Moro  atropelou  as leis brasileiras :

  • para que o FBI dos Estados Unidos da America agisse em território nacional.

Através de muitos estudos verificamos que é notório em nosso país, nem sempre as ordem judiciais são cumpridas pelas partes litigantes, o que causa desprestígio ao Poder Judiciário e faz rondar nos noticiários, inclusive internacionais, o fantasma da impunidade.


E não são poucos os exemplos onde maus litigantes, no direito , tornam das decisões judiciais letra morta:
  • não apresentação de documentos essenciais ao deslinde do processo, recusa na devolução de bens que não os pertencem, não cumprimento de depósitos judiciais (como na penhora de faturamento) etc.
Todavia, a desobediência à ordem judicial é crime comum, tipificado no 

  • artigo 330 do Código Penal (1), e quanto à sua consumação, os juízes de direito que não estão lotados numa vara criminal muitas vezes deixam de analisar o evento com o rigor necessário, mesmo diante de notórios atos de descumprimento.
Os juízes que não possuem competência penal, ao vislumbrarem o descumprimento das ordens judiciais que proferem, quando muito, determinam a extração de cópias ao Ministério Público ou a uma Delegacia de Polícia, com o escopo de que estes órgãos possam apurar a ocorrência do delito, esquecendo-se do estado de flagrância do crime. 
  • Tal procedimento -- extremamente burocrático e desnecessário -- costuma demorar meses para surtir algum efeito, o que significa a própria vitória daquele que descumpre a ordem judicial.
Decisões como essas, se mais aplicadas, fariam com que se aumentasse o prestígio do Poder Judiciário, diminuindo o índice de descumprimento de decisões judiciais e afastando-se o fantasma da impunidade.

  • A Lei nº 132/04 , o Poder Judiciário beneficia  com um mecanismo que, visa a dar maior efetividade às ordens judiciais, prevê a decretação de prisão pelo prazo de até 60 dias nos caso de descumprimento de ordens judiciais, adicionando cinco parágrafos ao artigo 14 do Código de Processo Civil.
A AUTORIZAÇÃO PARA ABERTURA DA CONTA CORRENTE!


O Juiz Sérgio Moro determinou em 2007 a criação de RG e CPF falsos e a abertura de uma conta bancária secreta para uso de um agente policial norte-americano, em investigação conjunta com a Polícia Federal do Brasil. 

  • No decorrer da operação, um brasileiro investigado nos EUA chegou a fazer uma remessa ilegal de US$ 100 mil ( Dollares),para a conta falsa aberta no Banco do Brasil, induzido pelo agente estrangeiro infiltrado.
Verificamos que houve varios questionamento de jornalistas quanto a ação do juiz paranaense Sergio Moro , sobre o assunto, por meio da assessoria de imprensa da Justiça Federal, que afirmaram : 

  • não ter tempo hábil para levantar as informações antes da publicação desta reportagem (leia mais abaixo).
Todas essas informações constam nos autos do processo nº. 2007.70.00.011914-0 – vários jornalistas tiveram acesso – e que ocorreu sob a fiscalização do Tribunal Regional Federal da 4ª Região até 2008, quando a competência da investigação foi transferida para a PF no Rio de Janeiro e porque?.


A ILEGALIDADE NA AÇÃO DETERMINADA NO PROCESSOS LEGAL

Especialistas em Direito Penal apontam ilegalidade na ação determinada pelo juiz Sergio Moro, uma vez que a lei brasileira não permite que autoridades policiais provoquem ou incorram em crimes, mesmo que seja com o intuito de desvendar um ilícito maior. 

  • Além disso, Moro não buscou autorização ou mesmo deu conhecimento ao Ministério da Justiça da operação que julgava, conforme deveria ter feito, segundo a lei.
VAMOS ENTENDER O CASO!
Em março de 2007, a Polícia Federal no Paraná recebeu da Embaixada dos Estados Unidos um ofício informando que as autoridades do Estado da Geórgia estavam investigando um cidadão brasileiro pela prática de remessas ilícitas de dinheiro de lá para o Brasil. Na mesma correspondência, foi proposta uma investigação conjunta entre os países.

Dois meses depois, a PF solicitou uma “autorização judicial para ação controlada” junto à 2ª Vara Federal de Curitiba, 

  • então presidida pelo juiz Sérgio Moro, para realizar uma operação conjunta com autoridades policiais norte-americanas. O pedido era para que se criasse um CPF (Cadastro de Pessoa Física) falso e uma conta-corrente a ele vinculada no Brasil, a fim de que policiais norte-americanos induzissem um suspeito a remeter ilegalmente US$ 100 mil para o país. O objetivo da ação era rastrear os caminhos e as contas por onde passaria a quantia. 
A solicitação foi integralmente deferida pelo juiz Moro, que não deu ciência prévia ao Ministério Público Federal da operação que autorizava, como determina a lei:


  • “Defiro o requerido pela autoridade policial, autorizando a realização da operação conjunta disfarçada e de todos os atos necessários para a sua efetivação no Brasil, a fim de revelar inteiramente as contas para remeter informalmente dinheiro dos Estados Unidos para o Brasil. A autorização inclui, se for o caso e segundo o planejamento a ser traçado entre as autoridades policiais, a utilização de agentes ou pessoas disfarçadas também no Brasil, a abertura de contas correntes no Brasil em nome delas ou de identidades a serem criadas.”
No mesmo despacho, Moro determinou que não configuraria crime de falsidade ideológica a criação e o fornecimento de documentação falsa aos agentes estrangeiros: 

  • “Caso se culmine por abrir contas em nome de pessoas não existentes e para tanto por fornecer dados falsos a agentes bancários, que as autoridades policiais não incorrem na prática de crimes, inclusive de falso, pois, um, agem com autorização judicial e, dois, não agem com dolo de cometer crimes, mas com dolo de realizar o necessário para a operação disfarçada e, com isso, combater crimes.”
Depois disso, foram feitas outras quatro solicitações da PF ao juiz Moro, todas deferidas pelo magistrado sem consulta prévia à Procuradoria Federal. Atendendo aos pedidos, o juiz solicitou a criação do CPF falso para a Receita Federal:

“Ilmo. Sr. Secretário da Receita Federal,

A fim de viabilizar investigação sigilosa em curso nesta Vara e realizada pela Polícia Federal, vimos solicitar a criação de um CPF em nome da pessoa fictícia Carlos Augusto Geronasso, filho de Antonieta de Fátima Geronasso, residente à Rua Padre Antônio Simeão Neto, nº 1.704, bairro Cabral, em Curitiba/PR”.

Além disso, o magistrado solicitou a abertura de uma conta no Banco do Brasil, com a orientação de que os órgãos financeiros fiscalizadores não fossem informados de qualquer operação suspeita:

“Ilmo. Sr. Gerente, [do Banco do Brasil]. 

A fim de viabilizar investigação sigilosa em curso nesta Vara e realizada pela Polícia Federal, vimos determinar a abertura de conta corrente em nome de (identidade falsa).

(…) De forma semelhante, não deverá ser comunicada ao COAF ou ao Bacen qualquer operação suspeita envolvendo a referida conta”.

Criados o CPF e a conta bancária, as autoridades norte-americanas realizaram a operação. Dirigiram-se ao suspeito e, fingindo serem clientes, entregaram-lhe a quantia, solicitando que fosse ilegalmente transferida para a conta fictícia no Brasil.
AQUI PAIRA UMA DUVIDA !

Feita a transferência, o caminho do dinheiro enviado à conta falsa foi rastreado, chegando-se a uma empresa com sede no Rio de Janeiro. 
Sua quebra de sigilo foi prontamente solicitada e deferida. Como a empresa era de outro Estado, a investigação saiu da competência de Moro e do TRF-4, sendo transferida para o Rio.

Agora fica uma pergunta se um juiz pode movimentar toda esta trama sem autorização de outro órgão jurídico competente ,o que ele não pode fazer para incriminar um inocente com produções de provas a seu proprio beneficio como juiz?

Você decide como julgar Sergio Moro como juiz?

Depois de tudo isto será que ele tem Moral para condenar e bloquear bens e ativos dos supostos condenados?

Pensem e reflitam um pouco!


BOMBA DA CONSPIRAÇÃO!!!! MICHEL TEMER USARÁ A GUILHOTINA CONTRA MEIRELLES!!

Ele dará a cabeça de Meirelles, Armínio Fraga irá assumir o Ministério da economia.
Leia, urgente:
Depois de debatermos sobre varias horas chegamos a conclusão que Michel Temer esta sentindo uma uma conspiração para tirá-lo do poder e colocar Henrique Meirelles no lugar; 

A LIBERAÇÃO DAS DENUNCIAS CONTRA MICHEL TEMER
"E certamente Michel Temer está aguardando apenas se livrar das denúncias na Câmara e conseguir rejeitar este pedido de impeachment para fazer o que ele gostaria de fazer agora com o Meirelles, ou seja, demiti-lo. (...)
  • Com a queda anunciada de Meirelles, seu provável sucessor é Armínio Fraga, que já havia sido anunciado por Aécio Neves na sua campanha como seu ministro da Fazenda. E hoje, um dos sócios prioritários do governo Temer é Aécio, que está numa situação tão complicada quanto a políticos do proprio PDMB", cobra comendo cobra!
O senhor e a senhora, o moço e a moça, tem agora tem a certeza que o governo Michel Temer é uma quadrilha, um bando de corruptos. Afinal de contas, há muitas demonstrações que vêm sendo dadas neste sentido desde que o golpe contra Dilma se perpetuou.E todos acharam que estavam escolhendo Aécio Neves indiretamente , mas deu tudo errado
  • È muito importante que o senhor e a senhora, o moço e a moça, percebam que o governo de Michel Temer é composto de pessoas de caráteres duvidosos, mas muito habilidosos, todos muito especializados na arte de construir esquemas criminosos de maneira bem feita. E quando criminosos atuam, eles sabem anotar a chapa daqueles que, porventura, venham a lhe criar problemas.
E isso aconteceu com o ministro Meirelles. Na ocasião da revelação dos áudios da JBS, Já fizemos varias postagens sobre Meirelles que havia sido preservado de forma clara por Joesley naquela gravação que ele sabia que estava acontecendo.

A CONVERSA DE JOESLEY
Joesley disse para Temer que Meirelles gostava de trabalhar. Joesley disse pra Michel Temer que, se convidado a ir para a praia, Meirelles não iria. Joesley disse que o senhor ministro da Fazenda criava problemas pra ele pra fazer coisas que não eram assim, digamos, coisas republicanas. 
  • E ali ficou claro que, de alguma forma, Joesley buscava transformar Meirelles em uma pessoa que respeitava os valores da República.
Verificamos que certamente pessoas do próprio governo de Michel Temer, perceberam que havia um plano, talvez, para, com a queda de Temer, fazer do ministro da Fazenda o seu sucessor.
  • E hoje o Buzz Feed Brasil dá uma matéria que teve repercussão em vários órgãos de imprensa de que Meirelles recebeu mais de R$ 217 milhões em consultoria, ou como disse o colega Nassif, em lobby, e que boa parte desses recursos estava fora do Brasil na Bahamas.
JULGAMENTO DA QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES!
Analisamos que cabe julgamento da qualidade das informações por que começou a estourar somente agora?
  • mas quando essas coisas vêm à tona, é que alguém de dentro, pelo menos, passou a dica. Investigando varias matérias jornalísticas identificamos um cartório onde a esta o registro feito a empresa de Meirelles e verificou que havia aquele documento que comprovava a denúncia . 
Ou seja, Meirelles está sendo punido por tentar jogar contra Michel Temer.

Temer percebeu que ele era o que se costuma a chamar na política de conspirador, um cavalo de Tróia dentro do governo. E certamente Temer está aguardando apenas se livrar das denúncias na Câmara e conseguir rejeitar este pedido de impeachment para fazer o que ele gostaria de fazer agora com o Meirelles, ou seja, demiti-lo. 
  • Meirelles provavelmente será demitido por Temer depois que ele escapar do impeachment.
E com a queda de Meirelles, seu provável sucessor é Armínio Fraga, que já havia sido anunciado por Aécio Neves na sua campanha como seu ministro da Fazenda. E hoje, um dos sócios prioritários do governo Temer é Aécio, que está numa situação tão complicada quanto a do presidente.

A QUEBRADEIRA DO PSDB NOS TEMPOS DE FHC

O PSDB está se arrumando para assumir o governo pelas beiradas irão colocar Arminio Fraga isto mesmo é aquele, dos tempos de FHC, que elevou os juros a 45% e quebrou a economia do Brasil. Seu plano para conter a inflação em 2001 foi bem simples:

  • elevando juros as empresas ganhavam mais dinheiro aplicando e recolhendo juros do que produzindo, sem produção não havia emprego e sem emprego ninguém tinha dinheiro pra comprar, assim a inflação não subia mais. 



Teremos um desastre já anunciado.

BOMBA CATRINA!!!! SERGIO MORO USA A LAVA JATO PARA PROTEGER E BLINDAR MICHEL TEMER!!!!!

As denúncias feitas pelo Ministério Público Federal de Curitiba contra o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, em função de manipulações ...